4 de fevereiro de 2011

Ménades


Na mitologia grega, as
Ménades, ou Mênades, (de mainomai, ”enfurecido”), também conhecidas como bacantes, tíades ou bassáridas, eram mulheres seguidoras e adoradoras do culto de Dioniso (ou Baco). Eram conhecidas como selvagens e endoidecidas, de quem não se conseguia um raciocínio claro.

Durante o culto, dançavam de uma maneira muito livre e lasciva, em total concordância com as forças mais primitivas da natureza. Os mistérios que envolviam o deus, provocavam nelas um estado de êxtase absoluto, entregando-se a desmedida violência, derramamento de sangue, sexo, embriaguez e autoflagelação.
Normalmente são representadas nuas ou vestidas só com peles de veado, com grinaldas de Hera e empunhando um tirso (bastão envolto em ramos de videira).

Na obra intitulada Dionísiacas são citadas dezoito ménades:
1 - Egle - o esplendor
2 - Calícore - a formosa dança;
3 - Eupétale - as belas pétalas;
4 - Ione - a harpa;
5 - Cálice - a taça;
6 - Bruisa - a florescente;
7 - Silene - a lunar;
8 - Rode - a rosada;
9 - Oquínoe - a mente veloz;
10 - Ereuto - a corada;
11 - Acrete - o vinho sem mistura;
12 - Mete - a embriaguez;
13 - Enante - a foice;
14 - Arpe - a flor do vinho;
15 - Licaste - a espinhosa;
16 - Estesícore - a bailarina;
17 - Prótoe - a corredora;
18 - Trígie - a vindimadora;

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