29 de setembro de 2016

Diogo Alves

O Assassino do Aqueduto das Águas Livres!

Esse Serial Killer nasceu em meados de 1810 na Gália em Santa Gertrudes, ele foi morar em Portugal ainda novo em Lisboa quando ficou conhecido por Assassino do Aqueduto das Águas Livres devido a uma série de assassinatos naquele local em 1836 e 1839.



Ele começou os assassinatos após se envolver amorosamente com Gertrudes Maria dona de uma taberna, na Palhavã, eles tinham uma cópia da chave do local e por ali praticava-se os crimes, estima-se que ele matou mais de 70 pessoas ainda com seus 28 anos, ele roubava as pessoa e as matava depois do assalto (para um Serial Killer o ato de roubar é algo como desculpa para praticar o assassinato, ou seja, ele não se importava com o dinheiro ou algo de valor da vítima, apenas com o desejo de matar).

Aqueduto das Águas Livres (foto de 1912).
A policia ou a mídia da época acreditavam ser suicídios em massa pois as vítimas eram jogadas do alto do aqueduto onde caiam de uma altura de 65 m de altura, porém nada se fazia a respeito dos assassinatos em série. Foi preciso acontecer mais mortes para que fosse tomada uma providencia, além disso os crimes passaram a ser investigados após a morte da família de um médico, que diga-se de passagem era um médico importante daquela região, antes disso tudo o aqueduto foi fechado pelas autoridades devido as mortes em massa no lugar e o então assassino resolveu fazer uma quadrilha para praticar seus crimes (um Serial Killer não gosta de ser interrompido ou de mudar seus métodos, porém quando isso acontece, as mortes mudam seu padrão e ele perde o controle das coisas) ele foi pego em 1840 e condenado a morte, não pelos crimes que cometeu mas pela morte da família daquele médico que sitei logo acima, às duas da tarde em 19 de fevereiro de 1841 com seus 31 anos de idade, foi enforcado no Cais do Tojo, Diogo Alves ficou na história como o ultimo condenado a morte em Portugal.

 Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa no século XX

Sua cabeça foi decepada pela Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa a fim de estuda-lo e entender seus crimes hediondos, a cabeça se encontra até hoje no teatro anatômico da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, essa cabeça está em um recipiente de vidro conservada com um solução de formol.

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